A Bacia Amazônica e o transporte fluvial

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Geografia Visual

10 de junho de 2018

No vídeo abaixo, produzido pelo canal Terra Negra, você vai conhecer um pouco do transporte fluvial da Bacia Amazônica, bem como as vantagens e desvantagens deste modal de transporte.

Após assistir, leia o resumo que produzimos com base no vídeo, com links para os principais conceitos que vão te ajudar a compreender os temas da Geografia abordados no material.

Onde fica a Bacia Amazônica?

A Bacia Amazônica estende-se pela região norte e centro-oeste do Brasil e alcança países como o Peru, Venezuela, Colômbia, Equador, Guiana e Bolívia.

Como bacias hidrográficas e transporte fluvial se relacionam?

Em regiões como a da Bacia Amazônica, o deslocamento de pessoas e transporte de cargas, a curta e longa distância, é feito pelo transporte fluvial, através dos rios principais das hidrovias.

Esse modal de transporte funciona como um eixo de movimentação de pessoas e serviços, portanto, a interação através dos rios permite a a entrada e saída dos mesmos para as metrópoles ali desenvolvidas.

Qual a diferença entre transporte fluvial e rodoviário?

Além da questão da comodidade – afinal, não existe trânsito nos rios – do fácil acesso e da troca de bens e serviços de maneira mais simples, vem a questão do preço: o transporte fluvial é mais barato e vale muito a pena quando falamos em transporte de cargas a longa-distância.

Comparado com outros modais, o frete é muito mais baixo, pois os navios conseguem levar uma quantidade maior de produtos e possuem menor custo energético – transportar 1 tonelada de carga por 1.000 quilômetros custa, em média, R$ 45,00, metade do custo do transporte rodoviário e 25% a menos que o ferroviário (Ipea).

Se é tão barato, porque não usamos com mais frequência?

  • A maioria dos rios do Brasil são rios de planalto. Isso desfavorece o transporte de cargas por possuírem muitos desníveis, o que exige a construção de eclusas.

  • Grande parte dos rios brasileiros diminui seu calado – profundidade navegável – durante períodos de estiagem.

  • Poucos rios fazem conexão direta com o oceano e, por consequência, com os portos, gerando custos maiores em infraestrutura para tornar o transporte de cargas viável.

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