Relógio mostra o quão próximos estamos de destruir o planeta

Adriano Liziero

Adriano Liziero

Editor | Geógrafo

3 de Fevereiro de 2017

O relógio do fim do mundo, criado em 1947 por cientistas respeitados na comunidade acadêmica, monitora o quanto as ameaças nucleares e as mudanças climáticas aproximam a humanidade de sua destruição total.

O dispositivo marca quantos minutos restam para a meia noite, horário atribuído ao fim do mundo.

A posse do presidente dos EUA, Donald Trump, fez o relógio do fim do mundo avançar para o maior nível desde 1953, quando EUA e Rússia realizaram testes das primeiras bombas nucleares. Se em plena corrida nuclear os ponteiros marcavam 23:58, agora em 2017 eles estão assustadoramente em 23:57:30.

Trump motivou o adiantar dos ponteiros porque já demonstrou querer impedir qualquer progresso nas questões que envolvem armas nucleares e acordos sobre o aquecimento global.

 

Adriano Liziero

Adriano Liziero

Editor | Geógrafo

Estudei Geografia influenciado pela experiência de viver em Angola, país que despertou em mim a vontade de compreender o mundo. Meu gosto pela escrita também me levou ao jornalismo.
Trabalho no mercado editorial de didáticos, com foco em tecnologia educacional. Há sete anos, fundei o Geografia Visual para explicar o mundo utilizando o poder didático das imagens.

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